Israel e Hamas concordaram com um cessar-fogo, resultando na libertação de três reféns israelenses e 90 prisioneiros palestinos. Este acordo intermediado pelas administrações americana contemplava uma redução na violência, a libertação de quase 2000 prisioneiros palestinos e mais ajuda humanitária para Gaza. Apesar da libertação, preocupações continuam sobre outros reféns ainda em cativeiro.
Irã acusa Israel pela morte de um líder do Hamas e promete vingança, aumentando as tensões na região. Autoridades iranianas e aliadas expressaram indignação e juraram retaliar. Protestos e luto se espalham por Gaza, enquanto a comunidade internacional observa preocupada a possível escalada de violência entre os dois países.
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